Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador arte. Mostrar todas as postagens

segunda-feira, 26 de dezembro de 2011

Pintura

Já que a pintura é uma criação humana e, como tal, é a realização da imaginação humana, ela é espiritual; isto é, ela mostra o que significa ser humano. Essas coisas são comunicadas, pois a arte também é comunicação. Tudo o que é humano testifica do que é humano, pois o que é humano nunca é neutro, vazio. A pintura é carregada de significado. Quanto melhor ela for, mais isso será verdadeiro. Quanto entendemos um pouco de arte, sabemos que as técnicas - são escolhidas para ajudar a expressar o que se quer. Então, o espiritual e o material estão necessariamente interconectados .
(A Arte Não Precisa de Justificativa, H. R. Rookmaaker, Ed. Ultimato, pg. 46)

Arte

Deus deu a humanidade a habilidade de fazer coisas belas: compor músicas, escrever poemas, produzir e decorar coisas. As possibilidades artísticas existem para serem percebidas e executadas por nós e para receberem uma forma concreta. Deus deu isso à humanidade e seu sentido esta exatamente nessa doação. É algo dado por Deus, quem tem de ser feito por meio dele, ou seja, por meio dos talentos que ele dá, em obediência e em amor a ele e as pessoas. É assim que a arte é devolvida como oferta a Deus.
(A Arte Não Precisa de Justificativa, H. R. Rookmaaker, Ed. Ultimato, pg. 46)

sexta-feira, 31 de dezembro de 2010

a inutilidade da arte

“Podemos perdoar a um homem por haver feito uma coisa útil, contando que não a admire. A única desculpa de haver feito uma coisa inútil é admirá-la intensamente. Toda arte é inútil”
(Oscar Wilde, O Retrato de Dorian Gray, pg. 10)

ato de criação

“Seja uma sinfonia ou uma mina de carvão, todo trabalho é um ato de criação que vem da mesma fonte: a capacidade íntegraa de ver com os próprios olhos, ou seja, a capacidade de realizar uma identificação racional, isto é, a capacidade de ver, relacionar e fazer o que antes não era visto, relacionado nem feito. A visão fulgurante que, segundo dizem, pertence àqueles que fazem sinfonias e romances — o que eles imaginam ser, o que impulsiona os homens que descobriram como utilizar o petróleo, como explorar uma mina, como elaborar um moto elétrico? Aquele fogo sagrado que dizem arder nos músicos e nos poetas — o que ele imaginam que leve um industrial a desafiar todo mundo para lançar um novo metal, a agir como os inventores do avião, os construtores das ferrovias, os descobridores de micróbios ou de continentes de todas as épocas? Uma dedicação intransigente à busca da verdade. Já ouviu os moralistas e os amantes das artes de qualquer século falarem sobre a instransigente dedicação do artista à busca da verdade?”
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 94)

terça-feira, 30 de novembro de 2010

a arte e o sermão

Um sermão exige autoridade, clareza e um desafio pessoal. A arte, por outro lado, muitas vezes trata da dúvida, da ambiguidade e da autocrítica.
(Steve Tuner, crítico de música na Revista Rolling Stone, em Cristianismo Criativo, pg. 74)

sábado, 20 de novembro de 2010

arte, poesia e vida interior

As artes plásticas fazem-nos ver o mundo sensível em toda a sua riqueza e variedade. O que saberíamos dos inúmeros matizes no aspcto das coisas não fosse pelos trabalhos dos grandes pintores e escultores? Do mesmo modo, a poesia é uma revelação de nossa vida pessoal. Os inúmeros potenciais de que tínhamos apenas um vago e obscuro pressentimento são trazidos à luz pelo poeta lírico, pelo romancista e pelo autor dramático. Essa arte não é, de modo algum, simples falsificação ou réplica, mas uma manifestação genuína de nossa vida interior.
(Ernst Cassirer, Ensaio Sobre o Homem, Introdução a uma filosofia da cultura humana, pg. 276)

arte e racionalidade

A arte não está acorrentada à racionalidade das coisas ou eventos. Pode violar todas as leis da probabilidade que os teóricos clássicos da estética proclamaram como as leis constitucionais da arte. Pode apresentar-nos a visão mais bizarra e grotesca, e mesmo assim ter uma racionalidade própria — a racionalidade da forma.
(Ernst Cassirer, Ensaio Sobre o Homem, Introdução a uma filosofia da cultura humana, pg. 273)

o talento do artista

O verdadeiro talento do artista é “extrair” beleza da natureza. Pois a arte permanece firmemente fixa à natureza — e só aquele que conseguir transportá-la de lá a possuirá.
(Albrecht Dürer)

a arte

A arte nos apresenta os movimentos da alma humana em toda a sua profundidade e variedade.
(Ernst Cassirer, Ensaio Sobre o Homem)

simbolismo

Sem o simbolismo… a vida do homem ficaria confinada aos limites de suas necessidades biológicas e seus interesses práticos; não teria acesso ao “mundo ideal” que lhe é aberto em diferentes aspectos pela religião, pela arte, pela filosofia e pela ciência.
(Ernst Cassirer, Ensaio Sobre o Homem, Introdução a uma filosofia da cultura humana)

a arte é um dom de Deus

A arte também é um dom de Deus. Como o Senhor não é apenas verdade e santidade, mas também glória e expande a beleza de seu nome sobre todas as suas obras, então Ele, também, que pelo seu Espírito, equipa os artistas com sabedoria e entendimento e conhecimento em todo tipo de trabalhos manuais (Ex 31:3; 35:31). A arte é, portanto, em primeiro lugar, uma evidência da habilidade humana para criar. Essa habilidade é de caráter espiritual, e dá expressão aos seus profundos anseios, aos seus altos ideiais, ao seu insaciável anseio pela harmonia. Além disso, a arte em todas as suas obras e formas projeta um mundo ideal diante de nós, no qual as discórdias de nossa existência na terra são substituídas por uma gratificante harmonia. Desta forma a beleza revela o que neste mundo caído tem sido obscurecido à sabedoria mas está descoberto aos olhos do artista. E por pintar diante de nós um quadro de uma outra e mais elevada realidade, a arte é um conforto para nossa vida, levanta nossa alma da consternação e enche nosso coração de alegria.
(Herman Bavink, Teologia Sistemética, pg. 22)

o belo e o sublime

… mantenho meus olhos fixos sobre o Belo e o Sublime em seu significado eterno, e sobre a arte, como um dos mais ricos dons de Deus para a humanidade.
(Abraham Kuyper, Calvinismo, pg. 151)

as artes

A invenção das artes e outras coisas que servem ao uso comum e ao conforto desta vida é um dom de Deus que não é de desprezar e uma virtude digna de louvor.
(João Calvino, citado por André Biéler em O Pensamento Econômico e Social de Calvino, pg. 573)