A arte não está acorrentada à racionalidade das coisas ou eventos. Pode violar todas as leis da probabilidade que os teóricos clássicos da estética proclamaram como as leis constitucionais da arte. Pode apresentar-nos a visão mais bizarra e grotesca, e mesmo assim ter uma racionalidade própria — a racionalidade da forma.(Ernst Cassirer, Ensaio Sobre o Homem, Introdução a uma filosofia da cultura humana, pg. 273)
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