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terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

dignidade

“…não existe trabalho miserável, apenas homens miseráveis que não se dispõem a trabalhar”
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 29)

sábado, 20 de novembro de 2010

justiça ao trabalhador

Criados, trabalhadores, e artesãos de todas as sortes compõem a grande maioria de toda a sociedade política. Ora, o que melhora as condições de vida da maior parte nunca pode ser considerado um inconveniente para o todo. Decerto, nenhuma sociedade pode ser próspera e feliz, se a maior parte dos seus membros está reduzida à pobreza e à miséria. Além disso, a mera eqüidade exige que os que alimentam, vestem e proporcionam habitação a todo o conjunto de pessoas desfrutem de uma parte do produto de seu próprio trabalho suficiente para lhes permitir andar razoavelmente bem alimentados, vestidos e abrigados.
(Adam Smith, A Riqueza das Nações, pg. 99)

liberdade para trabalhar

A mais sagrada e a mais inviolável de todas as propriedades é a do próprio trabalho, porque ela é o fundamento originário de todas as outras propriedades. O patrimônio de um homem pobre reside na força e na destreza de suas mãos, e impedí-lo de empregar essa força e destreza da maneira que julga apropriada, desde que não cause prejuízo a seu próximo, constitui violação manifesta da mais sagrada propriedade. Trata-se de uma flagrante usurpação da lícita liberdade, tanto do trabalhador como dos que estariam dispostos a dar-lhe trabalho; é impedir, a um só tempo, o primeiro de trabalhar no que julgar conveniente, e os últimos, de empregar quem melhor lhes pareça. Decerto se pode confiar na prudência do empregador para julgar se o trabalhador que escolhe é adequado para o emprego, porque isso lhe interessa diretamente. Essa afetada preocupação do legislador em impedir que se empreguem pessoas incapazes é evidentemente tão absurda como opressiva.
(Adam Smith, A Riqueza das Nações, pg. 155-156)

desigualdades provenientes da falta de liberdade

Esse efeito é produzido principalmente de três maneiras: Primeiro, restringindo a concorrência em certos empregos a um número menor de indivíduos que, de outro modo, estariam dispostos a entrar nela; segundo, elevando, em outros empregos, o número dos concorrentes acima do que naturalmente comportariam; e, terceiro, obstruindo a livre circulação de trabalho e capital, tanto de um emprego a outro como de um lugar a outro.
(Adam Smith, A Riqueza das Nações, pg. 151)

sexta-feira, 19 de novembro de 2010

vocação

A ação do camponês cuidando de suas ovelhas, feita conforme deve ser, é tão boa obra diante de Deus quanto a ação do juiz em dar uma sentença, ou de um magistrado na regência, ou de um ministro na pregação da Palavra.
(William Perkins, Tratato das Vocações ou dos Chamados dos Homens, citado por Os Guinness em O Chamado, pg. 42)

trabalho e vocação

Os trabalhos de monges e sacerdotes, por mais santos e ardorosos que sejam, não diferem um til à vista de Deus das obras do rústico lavrador no campo, ou da mulher nos seus afazeres diários da cas, mas todas as obras são medidas perante Deus somente pela fé… Na verdade, o trabalho de um doméstico muitas vezes é mais aceitável para Deus do que os jejuns e demais obras de um monge ou sacerdote, quando o monge ou sacerdote não tem fé.
(Martinho Lutero, O Cativeiro Babilônico da Igreja, citado por Os Guinness, em O Chamado, pg. 41)