(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 94)
sexta-feira, 31 de dezembro de 2010
ato de criação
“Seja uma sinfonia ou uma mina de carvão, todo trabalho é um ato de criação que vem da mesma fonte: a capacidade íntegraa de ver com os próprios olhos, ou seja, a capacidade de realizar uma identificação racional, isto é, a capacidade de ver, relacionar e fazer o que antes não era visto, relacionado nem feito. A visão fulgurante que, segundo dizem, pertence àqueles que fazem sinfonias e romances — o que eles imaginam ser, o que impulsiona os homens que descobriram como utilizar o petróleo, como explorar uma mina, como elaborar um moto elétrico? Aquele fogo sagrado que dizem arder nos músicos e nos poetas — o que ele imaginam que leve um industrial a desafiar todo mundo para lançar um novo metal, a agir como os inventores do avião, os construtores das ferrovias, os descobridores de micróbios ou de continentes de todas as épocas? Uma dedicação intransigente à busca da verdade. Já ouviu os moralistas e os amantes das artes de qualquer século falarem sobre a instransigente dedicação do artista à busca da verdade?”
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