(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, volume 2, pg. 302, Editora Sextante)
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
sustentado a vida humana
“…nós, a quem os assassinos do espírito humano chamam de “materialistas”, somos os únicos que sabemos como é o valor dos objetos materiais enquanto tais, porque somos nós que lhes emprestamos valor e significado: podemos nos permitir abrir mão deles, por algum tempo, para redimir algo muito mais precioso. Nós somos a alma; as ferrovias, as minas de cobre e os poços de petróleo são o corpo – as entidades vivas que funcionam dia e noite, como nossos corações, cumprindo a tarefa sagrada de sustentar a vida humana, porém somente enquanto forem a manifestação, a recompensa e a propriedade da realização humana. Sem nós, são como cadáveres, e só produzem veneno, em vez de riquezas e alimentos, o veneno da desintegração que transforma os homens em bandos de comedores de carniça”.
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