… Então vi que todo o sistema industrial do mundo, com todas as suas máquinas magníficas, seus alto-fornos de milhares de toneladas, seus cabos oceânicos, seus escritórios de mogno, suas bolsas de valores, seus anúncios luminosos, seu poder, sua riqueza – Tudo aquilo era administrado não por banqueiros e diretores, mas por qualquer rosto inchado de malícia que pregasse que a virtude deve ser castigada por ser virtude, que o objetivo da capacidade é servir a incompetência, que o homem só tem o direito de existir para o bem dos outros…
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 77)
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
o poder mais elevado
… foi graças apenas a esses homens que a humanidade aprendeu a experimentar aqueles momentos em que foi possível captar a glória de ser humana, e foi apenas o somatório desses momentos que tornou possível sua sobrevivência. Foi o homem que usava a mente que lhe ensinou a fazer o pão, a curar feridas, a forjar armas e a construir a cadeia na qual o jogaram. Ele foi o homem de energia extravagante e generosidade imprudente que sabia que a estagnação não é o destino do homem, que a impotência não é sua natureza, que o engenho de sua mente é seu poder mais nobre e mais elevado.
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 48)
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 48)
dignidade
“…não existe trabalho miserável, apenas homens miseráveis que não se dispõem a trabalhar”
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 29)
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 29)
quinta-feira, 20 de janeiro de 2011
felicidade
… a felicidade é o objetivo da existência, não algo que se encontre por acaso, e sim algo a ser atingido por meio de uma realização, e o ato de traição é deixar que a visão da felicidade se perca no pântano de uma tortura momentânea.
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 249)
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