… foi graças apenas a esses homens que a humanidade aprendeu a experimentar aqueles momentos em que foi possível captar a glória de ser humana, e foi apenas o somatório desses momentos que tornou possível sua sobrevivência. Foi o homem que usava a mente que lhe ensinou a fazer o pão, a curar feridas, a forjar armas e a construir a cadeia na qual o jogaram. Ele foi o homem de energia extravagante e generosidade imprudente que sabia que a estagnação não é o destino do homem, que a impotência não é sua natureza, que o engenho de sua mente é seu poder mais nobre e mais elevado.
(Ayn Rand, A Revolta de Atlas, livro III, pg. 48)
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